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Segunda-Feira, 3 de Maio de 2010

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Equipa SPIUK
BICICLOWN: NO LAOS, SEM BIELA MAS EM BOA COMPANHIA
SPIUK APOIA ESTE AUTÊNTICO ESPÍRITO NOMAD SERIES
O rio Mekong está muito baixo. As grandes represas que estão a construir na China afectam os países que vivem perto do rio. Um mal que só a chuva pode resolver. A temporada seca chega ao fim quando o termómetro alcança os 45 graus nas estradas do Laos. Após os primeiros dias na capital deste tranquilo país, seguimos para Norte. Mas primeiro tínhamos que conseguir uma bicicleta para o Roberto que já tinha chegado. Foi uma questão de horas e de uns quantos euros. De Vientianne pretendíamos subir até Luang Prabang. A primeira etapa de 81 kms foi histórica.

Só nos faltavam 5 kms para chegar ao nosso possível destino quando o meu pé esquerdo se encontrou no asfalto. Fiquei surpreendido. Não me recordava de dizer à minha perna para deixar de pedalar.
O que ocorreu foi que a biela esquerda se quebrou a meio. Parecia pastilha elástica. Parece que um antigo golpe na biela pode provocar esta ruptura. Se já tinha sido difícil comprar uma bicicleta para o tamanho do Roberto, então comprar uma biela a um Domingo parecia impossível. Mas conseguimos e, somente uma hora depois, estávamos de volta à estrada.

Os 5 dias que levámos a chegar a Luang Prabang, disfrutámo-los rindo do nosso destino de voltar num camião a Vientianne, cozinhando chouriço de Bañares numa frigideira do Laos e acompanhando com BeerLao. Em algumas povoações que encontrávamos à noite só havia uma pensão em que podíamos dormir por 5 euros. Um preço que eu sozinho não poderia pagar, mas com o Roberto era mais fácil. A sua generosidade fez com que eu não tirasse a carteira um só dia, dos 15 que estivemos juntos.


De Luang Prabang apanhámos um barco que nos levou, 10 horas depois, a Pak Beng no oeste do país. Faltavam as duas últimas etapas até Oudomxay, o nosso destino. É uma cidade tranquila já perto da China e que tem uma das melhores agências de viagens em bicicleta do país. O seu fundador, Ken, comprou-nos a bici do Roberto e guardou a minha enquanto eu regressei a Vientianne para acompanhar o Roberto para o seu regresso a Espanha. Roberto pagou-me o bilhete de avião de ida e volta até aqui o que me dá dois dias de viagem de autocarro.


Domingo 2 de Maio estarei a pedalar rumo à China, cuja embaixada em Vientianne me deu um visto para 6 meses, graças aos convites dos meus amigos espanhóis que vivem nesse grande país: Tino e Diego. O primeiro conheci-o em Zaragoza durante uma das minhas conferências em 2004, o outro ainda não o conheço pessoalmente.


Desde a estrada, de novo sozinho, Paz e Bem, Álvaro o biciclow


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